Você já reparou que existem dois tipos de pessoas no mundo?

Algumas extremamente bem sucedidas enquanto outras não tanto?

Já se perguntou a razão disto?

Alguns pesquisadores já notaram e resolveram então estudar se existe alguma diferença física no cérebro destas pessoas e acabaram verificando que não existe. Não há nenhuma diferença fisiológica entre o seu cérebro e o cérebro de Einstein por exemplo. Abro aqui um parêntese para que possamos estabelecer a diferença básica entre sucesso e fracasso, antes que alguém se ofenda.

A definição de sucesso do dicionário diz que sucesso é algo que acontece, que ocorre. Um fato. Enquanto fracasso é a falta de êxito, ou seja algo que não acontece. Então vamos descartar todos os conceitos que aprendemos sobre o fato de que ter sucesso é sinônimo de dinheiro, poder ou algo do gênero e nos ater ao fato de que se você quer muito alguma coisa, seja ela qual for, se você consegue ou não.

Os pesquisadores observaram e acabaram descobrindo que a diferença básica entre pessoas de sucesso ou de fracasso, dependem diretamente de como elas se comportam diante das mais diversas situações na vida.

Imagine a seguinte situação:

Em um momento do seu dia você sai com seu carro para fazer a entrega de cestas básicas para uma determinada comunidade em sua cidade. Você termina de carregar o seu carro, e no caminho, alguém causa um acidente e você ainda que não tenha se machucado gravemente percebe que as cestas não serão entregues no prazo.

Como você reagiria diante deste contratempo?

Os pesquisadores descobriram que se você concentrar toda a sua energia em encontrar culpados, você imediatamente trará toda a sua atividade cerebral para reviver o acontecimento você estará ativando uma área do seu cérebro chamada memória. E onde fica a memória? Exatamente. No passado.

Porém, se ao invés de repassar o acontecimento, você focar a sua energia em tentar solucionar o ocorrido, encontrar maneiras de fazer com que as cestas cheguem ao seu destino, isso faz com que você concentre toda a sua atividade cerebral no lobo frontal, região da criatividade, ou seja, no futuro.

Não é o que eu acho, não é o que eles acham, não é uma teoria. Trata-se de um fato testado e comprovado pelas diversas pesquisas que estão sendo feitas por especialistas das mais diversas áreas, como neurociência e comportamento humano. Uma rápida pesquisa na internet e você encontrará links, livros, além de estudos realizados por Instituições renomadas.

Sigo convencida de que somos nós que criamos nossos universos com nossos pensamentos. Se você quer mudar a sua vida, experimente mudar seus pensamentos e a maneira como você reage diante de determinadas situações. Não é iludir-se pensando que não vai sentir determinado sentimento. Somos seres humanos e todos os sentimentos existem em nós. Raiva, medo, angústia sempre existiram e continuarão existindo, a grande questão é: Como eu lido com as minhas emoções não tão nobres? Como eu as alimento? Estou dando poder a elas?

Não, não é uma tarefa fácil e requer muito treino e muita atenção.  Mas como em tudo na vida, quanto mais eu treino, melhor eu fico.

É como eu sempre digo, a mudança que queremos ver no mundo precisa começar em nós.

Bom dia. Boa semana. Boa vida. 😉

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