Quando a possibilidade de viver um novo amor se aproxima ouvimos toda sorte de conselhos.

Precisamos de experiências humanas.

Do vai com calma ao se joga é um pulo e cada pessoa trás um pouco daquilo que já viveu misturado à sua personalidade, muito natural.

Selecionamos os conselhos otimistas e seguimos em frente.

Dessa vez vai dar certo, tem que dar.

Precisamos nos dar uma oportunidade, se não o fizermos, quem fará?

Existe um abismo dantesco entre amor e ódio. No meio disso ficam outros sentimentos que em meio a urgência de respostas, ignoramos.

Enquanto buscamos ou esperamos por um amor incrível, especial que vai tirar os nossos pés do chão, a sensação é mágica.

Quando ele chega, a realidade é única: Sentimos medo.

Se corações partidos rendessem milhas já teríamos dado a volta ao mundo.

Queremos ser amados, então o risco vai sempre valer a pena não importando e quantas viagens ou barcos furados já tenhamos embarcado.

Vamos continuar a acreditar, afinal o que nos resta?

E é muito bom que seja assim. Sobrevivemos, sempre.